Terça-feira, Agosto 30, 2011
Dos corações
Nosso coração é um depósito de nossas emoções, tanto as boas quanto as más. Estes dias venho examinando uma coisa que diz no Alcorão: Deus é quem faz, por sua vontade, com que um coração se enrijeça ou se abrande.
E onde entram nossas próprias ações nisso? O tal do livre arbítrio?
Estamos imersos em uma enorme arquitetura. Uma trama de relações onde cada um, por seu merecimento, se encaixa perfeitamente num lugar. Isso significa que cada ser é extremamente importante para a engrenagem universal. Cada um é peça essencial. A engenharia divina funciona perfeitamente pelo encaixe preciso de cada uma de suas peças.
Nós temos uma colheita a receber. Todos nós. Ao mesmo tempo, temos um grau de evolução espiritual. Cada peça, conforme seu merecimento, é sabiamente colocada para receber o que merece e, ao mesmo tempo, ser instrumento da vontade divina. Alguém de maior grau fará mais coisas boas, pois já alcançou esse patamar, ao mesmo tempo que continuará a colher o fruto de seu plantio, sejam flores ou espinhos. Alguém com menor grau, fará o que pode também. Se faz coisas boas ou ruins, Deus é quem julgará. E tudo o que todos fazem faz parte de uma grande malha. Por isso é que estamos todos unidos, queiramos ou não.
E onde entra a história dos corações? Se Deus enrijece meu coração, isso faz parte do merecimento de quem convive comigo, ao mesmo tempo que é motivo para minha aprendizagem. Colocado de outro ângulo: eu, pelo meu praticado, tenho meu coração enrijecido. Quem está próximo receberá essa dureza, porque assim deve ser. E assim todos nos encaixamos na arquitetura universal.
Mas, e onde entra a bondade divina nisso tudo? Me refiro ao ato de pedir a Deus que nos dê sua benção, que alivie nossas dores, que seja benevolente conosco, que nos dê sua graça? Onde está?
Deus, amoleça meu coração, para que eu possa perceber onde está tua bondade.
Nosso coração é um depósito de nossas emoções, tanto as boas quanto as más. Estes dias venho examinando uma coisa que diz no Alcorão: Deus é quem faz, por sua vontade, com que um coração se enrijeça ou se abrande.
E onde entram nossas próprias ações nisso? O tal do livre arbítrio?
Estamos imersos em uma enorme arquitetura. Uma trama de relações onde cada um, por seu merecimento, se encaixa perfeitamente num lugar. Isso significa que cada ser é extremamente importante para a engrenagem universal. Cada um é peça essencial. A engenharia divina funciona perfeitamente pelo encaixe preciso de cada uma de suas peças.
Nós temos uma colheita a receber. Todos nós. Ao mesmo tempo, temos um grau de evolução espiritual. Cada peça, conforme seu merecimento, é sabiamente colocada para receber o que merece e, ao mesmo tempo, ser instrumento da vontade divina. Alguém de maior grau fará mais coisas boas, pois já alcançou esse patamar, ao mesmo tempo que continuará a colher o fruto de seu plantio, sejam flores ou espinhos. Alguém com menor grau, fará o que pode também. Se faz coisas boas ou ruins, Deus é quem julgará. E tudo o que todos fazem faz parte de uma grande malha. Por isso é que estamos todos unidos, queiramos ou não.
E onde entra a história dos corações? Se Deus enrijece meu coração, isso faz parte do merecimento de quem convive comigo, ao mesmo tempo que é motivo para minha aprendizagem. Colocado de outro ângulo: eu, pelo meu praticado, tenho meu coração enrijecido. Quem está próximo receberá essa dureza, porque assim deve ser. E assim todos nos encaixamos na arquitetura universal.
Mas, e onde entra a bondade divina nisso tudo? Me refiro ao ato de pedir a Deus que nos dê sua benção, que alivie nossas dores, que seja benevolente conosco, que nos dê sua graça? Onde está?
Deus, amoleça meu coração, para que eu possa perceber onde está tua bondade.
